percepções de um mundo alheio.

Pela alegria de um ser humano em uma simples metarmófose, eis que me encontro submerssa em um mundo no qual não foi planejado nem criado, me encontro enfurnada dentro do meu próprio ego auto-destrutivo e sem nenhum tipo de senso comum entre o bom e o ruim. Ver-me afogando dentro do meu próprio podre, sem nem ao menos perceber, ou percebendo mas sem nem ao menos ligar. Assistindo de camarote o espetáculo contagiante e meigo de mentiras nas quais o conforto é o lugar ideal. A sensação de bem estar sempre vem, como a droga, e pra mim é isso que importa. As minhas drogas são as minhas próprias martirizações, as minhas próprias crenças que não são mais tão profundas. Não consigo mais viver dentro do que criei, eu percebi pelo menos. O que a mudança de uma vida alheia seria em uma hora em que meu mundo não para de frente a mim, sempre focado aos outros. Hora de criar novas prioridades, novas verdades e novas magias. A magia está em falta como tudo que é belo.

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